terça-feira, 29 de setembro de 2009

O crânio de Hitler

Hoje foi publicado que pesquisadores da Universidade de Connecticut, E.U.A., descobriram um fato que põe em dúvida uma grande teoria histórica: o suicídio de Hitler. Até então, acreditava-se que tanto o ditador nazista quanto sua mulher, Eva Braun, cometeram suicídio diante da previsível derrota que sofreriam para os soviéticos.

O fato que põe essa situação sobre bases incertas é a descoberta de que o "crânio de Hitler", no qual há uma perfuração de uma bala, não pertence, ou não pertencia, a ele. Analisando o tamanho e a idade incompatível dos ossos, chegaram à conclusão de que o crânio na verdade pertencia a uma mulher com aproximadamente 40 anos; diferente de Hitler que tinha 56 anos na época.


Ou seja, a crença de que o corpo do ditador fora encontrado em um bunker pouco depois de sua morte entra em questionamento. Em todos esses anos nos quais guardaram o suposto crânio da grande figura histórica, acreditando que de fato era de Hitler, pesquisadores e historiadores viveram uma mentira?

Livros de história devem agora mudar os seus escritos para adaptar à verdadeira verdade? Fico me perguntando agora o que sabemos realmente do nosso passado. E quando falo nosso me refiro ao passado humano. Todos as guerras, revoluções e figuras heróicas que aceitamos como sendo fatos... nada disso pode ser realmente comprovado.

A principal evidência do suícido de Hitler era o seu crânio; passaram-se anos acreditando em tal. Até onde podemos acreditar em historiados e/ou cientisas? Não tô querendo dizer aqui que a história é uma grande mentira, todos nós sabemos que é constituída pelas teorias mais aceitas e mais prováveis de terem acontecido. Porém, como pessoas conscientes, devemos sempre ter a mente aberta, porque nem tudo que nos é apresentado como lei é verdade.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Tiago 4:8

"Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração".

Determinados opostos não são compatíveis, como Deus e impureza. Purifiquemo-nos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Livros! Mais livros!

"[...] o baixo índice de leitura dos brasileiros constituem motivo para vergonha nacional. [...] Apenas um adulto alfabetizado em cada três lê livros. O brasileiro médio lê 1,8 livros não-acadêmicos por ano". (Economist - 2006).


Tava fazendo umas contas aqui...

Em 2010 quero tentar ler um livro por semana, no mínimo. Pra mim, isso já é quase natural; o único problema é adquiri-los hehe. Sei que tem bibliotecas, mas sou uma pessoa que gosta de comprar livros, para um dia juntar todos e encher prateleiras e mais prateleiras *.*

Se um ano tem 365 dias, então tem em torno de 52 semanas, ou seja, 52 livros! Imagina depois de alguns anos com essa prática, terei lido centenas de livros... Tô sonhando aqui com a minha futura biblioteca caseira (perfeito).

Bom, voltando para a realidade, só li 13 livros até agora esse ano. Para a maioria das pessoas isso é muito, mas nem acho. Vamos ver se ano que vem eu leia ainda mais, e começo a frequentar mais bibliotecas (porque comprar 4 livros todo mês não dá, infelizmente).

Ok, já passou de meia noite e meia, acho melhor eu tentar dormir agora. Claro, só depois que eu ler um pouquinho mais.

domingo, 30 de agosto de 2009

O tempo cíclico

Um dia li uma dissertação que me interessou, ela defendia a idéia da concepção cíclica do tempo. Essa concepção "representa o tempo numa circunferência, em que de tempos em tempos volta-se para o mesmo ponto". Ou seja, representa o contrário da linearidade do tempo, na qual o passado é desvalorizado, pois o que passou passou.

O texo defendia que fatos se repetem, claro que não completamente iguais, "senão poderíamos prever o futuro conhecendo o passado". Assim, para o autor a circunferência é torta e remodelável, já que, nos encontrando com fatos já vivenciados, podemos tomar atitudes melhores e mudar ou desentortar situações.

Fico meio dividida entre essas duas concepções. Tenho meu lado Carpe Diem, acreditando que cada momento é singular e que devemos aproveitar o nosso tempo ao máximo. Mas esse ao máximo também tem limites, porque que a busca incessante para aproveitar todos os momentos acaba nos transformando em escravos do tempo.

Porém, também penso que situações similares se repetem, voltando para a idéia da circularidade. Senão fosse assim nunca poderíamos colocar em ação o que aprendemos, ou seja, nunca poderíamos agir de maneira certa com base nos erros cometidos, já que o tempo seria linear. E a vida assim seria bem sem sentido.

Então, gostei da metáfora do texto: que o tempo progride em uma circunferência não exata. Torta e remodelável. Assim, temos a chance de tomar a atitude certa, de aprender, de evoluir. O único problema disso tudo é a repetição de erros, ou seja, ao invés de remodelar a circunferência, apenas passar pelos mesmo pontos a cada período sem fazer mudança alguma. E, assim como no tempo linear, isso seria bem degradante e sem sentido.

Pra quem quiser ler a dissertação: clique aqui . O texto tem seus poréns, mas ficou bom.